domingo, 11 de dezembro de 2011

A doce ternura do Amar


Eu quero apenas imaginar
O que  me parece difícil de entender
A força do verbo AMAR
Na busca do belo prazer

O sonho de te conquistar
Me leva ir sempre além
Sinto o forte pulsar
A doce ternura do amar de alguém

Quero o tempo parar
Pra eternizar o nosso doce momento
Nada poderá ceifar
A alegria que pulsa
Nesse doce sentimento

 
Sinto o corpo em ebulição
Sempre clamando por amor
Recuso-me a viver na solidão
Descartando a opção pela dor

Deito-me na cama da saudade
Angelicalmente adormeço
O amor nina meu corpo
Na lembrança sublime de um berço

Como criança , me entrego
A calmaria da noite e seu luar
Embalada pelo sono , me entrego
Aos doces sonhos do meu jeito caliente de amar.

Mônica Silva

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